Ferramentas atuais impulsionam produção de curtas-metragens e documentários
Por: Guilherme Bryan e Jéssica de Souza
Publicado em 23/10/2011
http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/64/cinema2/view
O cinema brasileiro vive um de seus momentos mais produtivos e rentáveis. Em dezembro de 2010, Tropa de Elite 2, de José Padilha, ultrapassou a marca dos 3 milhões de espectadores e se tornou a maior bilheteria nacional de todos os tempos. A chamada “retomada”, a partir dos anos 1990 – com o retorno da política de financiamentos –, contribuiu para aquecer a produção nacional e ampliar sua diversidade. E, com o barateamento decorrente das novas tecnologias e ferramentas, uma nova geração de “fazedores” de cinema, sobretudo documentários e curtas-metragens, põe a mão na massa, conquista espectadores e prêmios internacionais.











