O filme, apesar de ter alguns bons atores e alguns momentos interessantes, peca no seu conjunto, uma vez que parece não ter acertado na opção de ser um thriller político. O roteiro parece ser o maior problema, o filme tem diálogos às vezes constrangedores. E torna-se interessante notar como os diálogos, dependendo da interpretação dos atores, podem se tornar críveis ou ridículos.
A parte boa fica por conta das interpretações de Claudia Ohana e Mateus Solano e de toda a subtrama do rapaz que é criado pelos avós sem conhecer os pais. O filme cresce nos momentos em que fica mais leve e divertido. No demais, toda aquela historinha de fugitivos da ditadura, ou do tema da escolha entre vida normal e vida de guerrilheiro político, já está demais desgastada e o filme não traz nada de novo ao tema.
A parte boa fica por conta das interpretações de Claudia Ohana e Mateus Solano e de toda a subtrama do rapaz que é criado pelos avós sem conhecer os pais. O filme cresce nos momentos em que fica mais leve e divertido. No demais, toda aquela historinha de fugitivos da ditadura, ou do tema da escolha entre vida normal e vida de guerrilheiro político, já está demais desgastada e o filme não traz nada de novo ao tema.
Minha Cotação: * * *







